<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430180848825240946</id><updated>2012-02-16T20:22:48.807-08:00</updated><title type='text'>Reutilização de POLÍMEROS</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://luisgiovaniquimica.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430180848825240946/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luisgiovaniquimica.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Luis Giovani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17241005480260968082</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430180848825240946.post-1325944868114851817</id><published>2009-12-12T07:58:00.000-08:00</published><updated>2009-12-12T08:01:30.408-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Plásticos promoveram revolução em nosso cotidiano&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;        &lt;div id="credito-texto"&gt;Carlos Roberto de Lana*&lt;br /&gt;Especial para a Página 3 Pedagogia &amp;amp; Comunicação&lt;/div&gt;                                        &lt;div id="texto"&gt; Até meados do século 19, todos os materiais disponíveis para a criação de utensílios ou artefatos provinham de fontes naturais. Eram principalmente madeira, pedra, argila e metais.&lt;br /&gt;&lt;p&gt; O que a natureza não fornecia pronto para o uso era obtido a partir de transformações físicas simples, como no caso do vidro e das ligas metálicas (o bronze e o aço, por exemplo).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; As fibras usadas nos tecidos provinham apenas das plantas e dos animais que forneciam algodão, linho, lã ou seda. Também não havia substituto para o couro e os ossos dos animais de corte nas aplicações em que eram matérias primas típicas (por exemplo, respectivamente, calçados e botões).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Estes materiais tinham muitas vantagens, a resistência e ductilidade dos metais, a versatilidade da madeira, a maciez da seda, mas também apresentavam problemas incorrigíveis: metais são pesados, madeira é indúctil e seda é cara.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Isto não foi um grande problema nas épocas em que toda a produção de artefatos era artesanal, em quantidades limitadas. A Revolução industrial mudou drasticamente este cenário.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;b&gt;A era dos polímeros&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A natureza não nos supria de materiais que fossem ao mesmo tempo resistentes, dúcteis, baratos, abundantes e versáteis que pudessem ser utilizados de modo generalizado em diferentes transformações industriais. Se a indústria introduziu a produção em larga escala, as matérias primas continuaram sendo cultivadas ou extraídas da natureza.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Só no século 20 as pesquisas pioneiras iniciadas no século anterior passaram a suprir a indústria com uma variedade de materiais sintéticos que receberam o nome de &lt;i&gt;polímeros&lt;/i&gt; e ficaram universalmente conhecidos como &lt;i&gt;plásticos&lt;/i&gt;. O nome polímero vem do grego, &lt;i&gt;poli&lt;/i&gt; = muitas, &lt;i&gt;mero&lt;/i&gt; = partes. Polímero, portanto, é a união de muitas partes. A parte fundamental constitutiva de um polímero é chamada de &lt;i&gt;monômero&lt;/i&gt;, também do grego, mono = um.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;b&gt;Cadeia petroquímica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os polímeros ou plásticos mais comuns são obtidos a partir de monômeros extraídos diretamente do petróleo, como o etileno, propileno e butadieno, originando assim os materiais tecnicamente conhecidos como polietileno, polipropileno e polibutadieno respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; A transformação do petróleo em plásticos segue a chamada cadeia petroquímica, na qual a refinaria transforma o petróleo bruto em nafta, que é enviada para uma central petroquímica que transforma a nafta em matérias primas diversas, dentre as quais os monômeros citados. No fim, indústrias de polimerização transformam os monômeros em polímeros.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; As reações químicas envolvidas nesta transformação são relativamente simples. Tomemos por exemplo o polietileno, um dos plásticos mais comuns no nosso dia a dia, usado na fabricação das sacolinhas de supermercados, utensílios domésticos, brinquedos etc.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  O monômero do polietileno é, como citado, o etileno, C&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;H&lt;sub&gt;4&lt;/sub&gt;, cuja fórmula estrutural é:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table align="center" border="2" cellpadding="2" cellspacing="2" width="150"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt="reprodução" src="http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/ensmedio/quimica/polimero1.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;  &lt;b&gt;Ligações entre átomos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Como sabemos, as cadeias orgânicas, como as que formam o petróleo, são constituídas de átomos de carbono encadeados, na qual cada átomo de carbono precisa estabelecer quatro ligações com outros átomos para se estabilizar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; No caso do etileno, podemos observar uma ligação insaturada, ou seja, cada carbono estabeleceu uma ligação covalente ou molecular com dois átomos de hidrogênio e completaram as quatro ligações que requerem estabelecendo entre si (átomos de carbono) uma dupla ligação (representada pelo sinal =). Esta dupla ligação facilita muito a obtenção do polímero, como veremos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; O processo de polimerização, transformação do monômero em polímero (no caso do exemplo do monômero de etileno em polietileno) se inicia com a aplicação de calor e pressão sobre as moléculas do monômero.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Como resultado deste fornecimento de energia, a dupla ligação da molécula de etileno se abre, e os carbonos da cadeia ficam com dois terminais disponíveis para novas ligações, conforme a figura abaixo:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table align="center" border="2" cellpadding="2" cellspacing="2" width="150"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt="reprodução" src="http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/ensmedio/quimica/polimero2.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial;font-size:78%;"&gt;Molécula de etileno com a dupla ligação aberta, com dois terminais disponíveis para novas ligações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; Quando abrimos as duplas ligações dos átomos de carbono da molécula de etileno e disponibilizamos seus terminais para novas ligações, passamos a ter em um mesmo recipiente uma imensidão de moléculas prontas para se unir com outras que estiverem à mão, principalmente se lembrarmos que elas estão submetidas a alta pressão, o que as força a se aproximar e reagir entre si.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; É claro que a molécula mais à mão para cada molécula de etileno aberta reagir é outra molécula de etileno, que assim vão se ligando umas às outras, formando cadeias, como se um imenso "cordão" de moléculas terminasse por se transformar em uma só, extremamente longa.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  A este molécula encadeada e longa chamamos de macromolécula, ou, simplesmente polímero.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  A figura que segue ilustra o processo de formação das cadeias poliméricas da macromolécula de polietileno.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table align="center" border="2" cellpadding="2" cellspacing="2" width="150"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt="reprodução" src="http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/ensmedio/quimica/polimero3.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial;font-size:78%;"&gt;Transformação do monômero de etileno em polietileno&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; Outros polímeros são sintetizados por reações semelhantes às exemplificadas pelo polietileno, sendo que a cada tipo de polímero corresponde um monômero específico e uma mecânica de reação própria.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ao longo do século 20, a abundância e baixo preço do petróleo permitiram o vertiginoso crescimento da indústria petroquímica, particularmente a de plásticos. Com isto, nosso mundo que era de metal e madeira se tornou mais leve e flexível, com os polímeros ocupando cada vez mais espaço em nosso dia a dia. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;          &lt;div id="fonte"&gt;&lt;b&gt;*Carlos Roberto de Lana&lt;/b&gt; é professor e engenheiro químico.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7430180848825240946-1325944868114851817?l=luisgiovaniquimica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luisgiovaniquimica.blogspot.com/feeds/1325944868114851817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luisgiovaniquimica.blogspot.com/2009/12/plasticos-promoveram-revolucao-em-nosso.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430180848825240946/posts/default/1325944868114851817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430180848825240946/posts/default/1325944868114851817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luisgiovaniquimica.blogspot.com/2009/12/plasticos-promoveram-revolucao-em-nosso.html' title=''/><author><name>Luis Giovani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17241005480260968082</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430180848825240946.post-8421363472031971036</id><published>2009-11-20T15:08:00.000-08:00</published><updated>2009-11-20T15:51:45.131-08:00</updated><title type='text'>Como são feitos os polímeros</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255); font-style: italic;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Toda a matéria é constituída por pequenas unidades a que chamamos moléculas. Os POLÍMEROS são grandes moléculas. Aqui ao lado podemos ter uma ideia do seu aspecto.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Estireno – substância obtida a partir do petróleo (peça de Lego)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;     A razão pela qual são tão grandes é porque são formadas por moléculas mais pequenas e que estão todas ligadas como blocos numa construção de LEGO. A palavra “poli” em “polímero” significa “muito”. Estas moléculas mais pequenas, que formam o polímero, são chamadas monómeros. A palavra “mono” em “monómero” significa “um”. A figura ao lado é o monómero que forma o polímero que vimos antes.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Poliestireno – vários estirenos unidos (Lego montado com várias peças)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Apesar das macromoléculas dos polímeros serem grandes, ainda são pequenas demais para poderem ser vistas, mesmo com um microscópio, porque as moléculas são as mais pequenas porções de matéria.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Apesar de não podermos ver as moléculas de polímero individualmente podemos ver os polímeros, porque eles são constituídos por BILIÕES ou TRILIÕES destas moléculas juntas. Elas formam aquilo que são os materiais nossos conhecidos, de que falámos no começo, como os plásticos e a borracha.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;De facto os polímeros são dos materiais mais usados no nosso dia a dia. Para qualquer lado que nos viremos encontramos um exemplo de um polímero. E ouvimos chamar-lhes muitos nomes geralmente começados por POLI-.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Exemplos de polímeros são: o polietileno, dos sacos de plástico das compras e dos brinquedos; o policarbonato, dos CD´s; o poliestireno, dos copos que mantém as bebidas frias ou quentes; o polipropileno, das películas para embrulhar os alimentos e dos cordéis, o Teflon, dos revestimentos antiaderentes das frigideiras; o poliester, das roupas; o nylon, das roupas, das cordas e dos tapetes; o spandex, dos fatos de banho e o Kevlar, das canoas e dos coletes à prova de bala.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7430180848825240946-8421363472031971036?l=luisgiovaniquimica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luisgiovaniquimica.blogspot.com/feeds/8421363472031971036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luisgiovaniquimica.blogspot.com/2009/11/como-sao-feitos-os-polimeros.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430180848825240946/posts/default/8421363472031971036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430180848825240946/posts/default/8421363472031971036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luisgiovaniquimica.blogspot.com/2009/11/como-sao-feitos-os-polimeros.html' title='Como são feitos os polímeros'/><author><name>Luis Giovani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17241005480260968082</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430180848825240946.post-4884496470485390308</id><published>2009-09-25T16:37:00.000-07:00</published><updated>2009-11-20T14:53:42.218-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Politereftalato de etileno:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;PET, é um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a title="Polímero" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%83%C2%ADmero"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;polímero&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt; termoplástico, desenvolvido por dois químicos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a title="Reino Unido" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_Unido"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;britânicos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a title="Whinfield (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Whinfield&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Whinfield&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a title="Dickson (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Dickson&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Dickson&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt; em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a title="1941" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1941"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;1941&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;, formado pela reação entre o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a title="Ácido tereftálico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%83%EF%BF%BDcido_tereft%C3%83%C2%A1lico"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;ácido tereftálico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt; e o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a title="Etileno glicol" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etileno_glicol"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;etileno glicol&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;, originando um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a title="Polímero" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%83%C2%ADmero"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;polímero&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;, termoplástico. Utiliza-se principalmente na forma de fibras para tecelagem e de embalagens para bebidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7430180848825240946-4884496470485390308?l=luisgiovaniquimica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luisgiovaniquimica.blogspot.com/feeds/4884496470485390308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://luisgiovaniquimica.blogspot.com/2009/09/politereftalato-de-etileno-pet-e-um.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430180848825240946/posts/default/4884496470485390308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430180848825240946/posts/default/4884496470485390308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luisgiovaniquimica.blogspot.com/2009/09/politereftalato-de-etileno-pet-e-um.html' title=''/><author><name>Luis Giovani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17241005480260968082</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
